21 de out de 2012

Amor repentino

Estou sentado numa calçada no centro da cidade. Olho para os lados e vejo tantas luzes, os carros estão todos parados comigo, me sinto tão pequeno. Mas de longe eu vejo você me olhando pelo vidro escuro. Por que me olhas tanto? Não quero que o sinal abra, preciso continuar a te olhar. Eu te olho disfarçadamente porque isso já está ficando na cara demais. Está tudo parado ainda, mas por que me olhas? Eu estou tão só que começo a achar que preciso de você. Bem, será que não serias tu que eu sempre esperei? A cor dos teus olhos e dos teus cabelos são como eu sempre admirei. O sinal fica verde e você se vai, levando junto meu amor repentino.

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